Receba todas as novidades!
Deixe seus dados e receba nossos conteúdos direto no seu e-mail:
Seu e-mail está seguro conosco :)

[NÃO DELETAR OU MODIFICAR ESSE MODELO]
COPIAR OS BLOCOS DESSE MODELO PARA O TEMPLATE DE POST E MODIFICAR NA PÁGINA CRIADA.

Postado por César Gouveia
10/03/2020

Readability is primarily the concern of designer

A área de captação de recursos está cada vez mais presente no terceiro setor. Entretanto, por mais que seja visível o crescimento da busca pela profissionalização da área, nem todo mundo vê razões suficientes para investir na mobilização de recursos.

Este texto é para você, que já pensou em profissionalizar ou criar esse setor dentro de sua ONG, mas ainda é inseguro(a) sobre os prós desse investimento (sim, é um investimento!). Preparei uma lista com 4 motivos para investir na área de captação de recursos que, com certeza, farão você pensar mais sobre o assunto.
A área de captação de recursos está cada vez mais presente no terceiro setor. Entretanto, por mais que seja visível o crescimento da busca pela profissionalização da área, nem todo mundo vê razões suficientes para investir na mobilização de recursos.

Este texto é para você, que já pensou em profissionalizar ou criar esse setor dentro de sua ONG, mas ainda é inseguro(a) sobre os prós desse investimento (sim, é um investimento!). Preparei uma lista com 4 motivos para investir na área de captação de recursos que, com certeza, farão você pensar mais sobre o assunto.
"Nós somos surpreendentemente ignorantes sobre quantas espécies estão vivas hoje na terra, e ainda mais ignorantes sobre quantas podemos perder e ainda manter os serviços ecossistêmicos dos quais a humanidade depende em última instância"
A Flora Brasileira, por exemplo, uma das mais bem estudadas do planeta, detém mais de 40.989 espécies de plantas com flores das quais 46,2% só ocorrem no Brasil, aumenta em 169 espécies de plantas com flores a cada ano, ou seja, são duas espécies novas para ciência descritas a cada dois dias. No Estado do Acre, as identificações botânicas realizadas em herbários sugerem que pelo menos uma em cada seis coletas realizadas em campo por botânicos deve ser um registro novo para o Estado ou ainda uma espécie nova para ciência.

Dada a relevância de proteger a diversidade biológica, em 1972, esse assunto foi pauta durante a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente Humano, em Estocolmo. Vinte anos depois, durante a ECO-92 Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), no Rio de Janeiro, foi estabelecida a Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), em vigor desde 29 de dezembro de 1993.

Assinada por 194 países, dos quais 168 a ratificaram, incluindo o Brasil por meio do Decreto nº 2.519 de 16 de março de 1998, a Convenção tem por objetivo estabelecer as normas e princípios que devem reger o uso e a proteção da diversidade biológica em cada país signatário, dando as regras para o seu uso sustentável e a justa repartição dos benefícios provenientes do uso econômico dos recursos genéticos.

Na última Conferência das Partes, a COP14, das Nações Unidas sobre a CDB realizada no Egito em Novembro de 2018, dentre as 38 decisões adotadas durante CDB, a 14° que trata da Informação da Sequência Digital sobre os Recursos Genéticos da biodiversidade foi tema de destaque pelo Brasil, em especial, porque é um dos países cuja a legislação prevê bens, direitos e obrigações sobre o patrimônio genético.

De forma geral, esta décima quarta decisão reconhece as limitações de acesso, uso, geração e análise da Informação da Sequência Digital sobre os Recursos Genéticos, destacando a conciliação entre as Partes para prover soluções em relação a tais limitações, contribuindo assim, para a conservação e utilização sustentável da diversidade biológica e a participação nos benefícios dos recursos genéticos.

Psiguria ternata (M.Roem.) C.Jeffrey um novo registro de ocorrência no Estado do Acre. Coletada na Área de Proteção Ambiental do Lago do Amapá em Rio Branco pelo Professor Marcos Silveira e pesquisadores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e do Laboratório de Botânica e Ecologia Vegetal da UFAC. Esta planta é uma das espécies da família da melancia (Citrullus lanatus (Thunb.) Matsum. & Nakai), as Cucurbitaceae. Foto: M. Silveira
Dona Ecília – Polo Agroflorestal, município de Tarauacá – Acre
Em 2019, a Amazônia perdeu uma área de 9.762 km², o que corresponde a 1,4 milhões de campos de futebol ou uma área maior que 6 vezes a cidade de São Paulo, que teve a tarde do dia 19 de agosto escurecida devido a grande quantidade de biomassa queimada na Amazônia e Cerrado.

O avanço do desmatamento da Floresta Amazônica

No Brasil, ultimamente, a Floresta Amazônica, ecossistema que abriga a maior diversidade biológica do mundo, vem sofrendo sérias intervenções humanas, sobretudo para a ocupação da pecuária extensiva. Estudos sobre a modelagem da conservação da biodiversidade na Amazônia, mostram que se persistirem as atuais práticas como o aumento do desmatamento, a não criação de áreas protegidas, o não cumprimento de legislação exigindo reservas em áreas privadas e entre outras ações danosas ao meio ambiente que são típicas de cenários "business-as-usual" (BAU cenário), os resultados são catastróficos.
Imagens de desmatamento feitas na Resex Chico Mendes no final de agosto | Leia Desmatamento na Resex Chico Mendes gera preocupação para queimadas em setembro
O Brasil vem assistindo uma série de intenções a uma política de desenvolvimento econômico com grandes prejuízos ambientais. Um exemplo é a falta de interesse do governo pela continuidade do principal instrumento nacional para ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento. Os resultados de 10 anos de existência do Fundo Amazônia deixam claro, esse apoio fundamental para promover o desenvolvimento sustentável da região amazônica. Dos recursos do Fundo, 60% é para a União, Estados e Municípios. E 38% para o Terceiro Setor, incluindo ONGs e Cooperativas. Os relatórios de transparência estão disponíveis para qualquer cidadão acessar, os recursos são executados com extremo zelo e responsabilidade. Então, por que não querem investir na Amazônia?
Álisson Maranho, diretor técnico da SOS Amazônia.

O avanço do desmatamento da Floresta Amazônica

Legenda lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod